terça-feira, 6 de maio de 2014

Coalizão: A Prole de Belial

São membros que se dizem demônios saídos do próprio inferno, servidores de entidades do submundo.


Nem toda coalizão é tão bem estruturada quanto as anteriores - algumas são fenômenos locais ou simplesmente pequenas demais para fazer jus aos sistemas elaborados de que se utilizam as maiores. No entanto, a Prole de Belial não necessita de tais legislações, pois "faz o que tu queres" é a única lei.

A Prole é uma confederação desconexa de satanistas, adoradores do demônio e rematadores canalhas que alegam que a origem dos Amaldiçoados é o próprio inferno e seu propósito é de se entregar aos desejos tenebrosos da Fera.

A prole promove perversidade, dor e aflição sem remorso ou propósito. São caóticos por natureza, onde seus integrantes, mais cedo ou mais tarde, acaba por encontrar a Morte Final por consequência de seus atos.
Apesar dos esforços da Família para erradicar a Prole, a sua ideologia satânica sempre sobrevive para se enraizar em outro lugar. Raramente a Prole de Belial consegue se manter oculta por muito tempo, e muitos Príncipes que destruíram células inteiras em suas cidades se surpreendem ao verem outras células surgirem alguns anos depois.
A filosofia caótica do grupo é maníaca demais para a coalizão apresentar um centro propriamente dito em algum lugar, mas, sendo esse o caso, como é que a mesma filosofia sectária consegue ressurgir se os diversos inimigos da coalizão são tão cautelosos ao desentocá-las e destruí-las?
  

Fonte: Vampiro: O Réquiem

Coalizão: Apartidários



OS APARTIDÁRIOS São vampiros independentes que não compram ou não se encaixam na ideia neofeudal da Família. São muitas vezes tratados como renegados pelas outras coalizões.  Possuem uma tendência política mais anarquista. Muitos deles acreditam que a noção de uma sociedade vampírica é demasiadamente artificial.
- Membros: Imã para os jovens oprimidos da Família. Gangrels e Mekhet se afeiçoam aos Desgarrados.
- Filosofia: Os Vampiros São Solitários Por Natureza; O Poder Corrompe.

Coalizões: O que são e para que servem









A coalizão é uma unidade social de vampiros. Cada uma delas é um grupo artificial que reúne membros da Família com filosofia, idéias, objetivos políticos e até mesmo noções religiosas semelhantes. Os vampiros geralmente só podem pertencer a uma coalizão por vez, pois os membros costumam adotar princípios mutuamente exclusivos, mas os Amaldiçoados às vezes deixam uma coalizão para se unir a outra, disfarçam sua afiliação participando de varias delas ou criam deliberadamente falsas identidades para espionar outras coalizões. Alguns vampiros não pertencem a nenhuma coalizão. Os membros da Família que não pertencem a uma coalizão são conhecidos por muitos nomes, mas entre os mais comuns temos "apartidários" ou "desgarrados". Eles não apresentam uma estrutura formal e muitos só desejam lidar com o Réquiem do seu jeito, e não da maneira como fazem as coalizões ou outras instituições.

As coalizões servem como nações, pois proporcionam à Família uma sensação de comunidade que não se encontra em nenhum outro lugar. Os membros da Família são Abraçados em um clã, algo que não podem escolher. Como muitos mortais, mesmo que sejam leais a sua estirpe e sua família, eles geralmente divergem em suas opiniões e crenças. Em sua maioria, estão aprisionados em seus domínios natais, e sua lealdade ao regime local geralmente é comprada com o medo e imposta pela ambição. A fidelidade às coalizões, contudo, é algo que os membros da Família podem controlar pessoalmente. São atraídos por facções que adotam doutrinas nas quais eles acreditam (ou ao menos às quais não fazem objeções). É nas coalizões, mais do que em qualquer outra organização, que eles muito provavelmente encontrarão, no mínimo, outros membros da Família com as mesmas idéias e os mesmos objetivos.

As coalizões servem como partidos políticos, proporcionando um apoio implícito e a maioria tenta obter o máximo de influencia dentro da estrutura de poder da Família para promover seus objetivos e minar os das outras coalizões. Algumas coalizões estranhamente também servem como religião para alguns de seus membros, como a Lancea Sanctum e o Círculo da Anciã, que ostentam sua composição religiosa, mas mesmo assim todas as facções tendem a defender com unhas e dentes certas crenças e atitudes que muitas vezes beiram ao dogmatismo. Para se diferenciar da estrutura comum dos clãs, as coalizões apresentam quadros sociais inconstantes. O membro da Família nunca muda de clã, mas pode mudar de coalizão. É difícil rejeitar uma coalizão e ingressar em outra, mas não é impossível.

As coalizões não necessariamente vivem em conflito constante. A maioria das cidades apresenta membros de todos os grupos principais (ou pelo menos de alguns), e os governos Familiares operam efetivamente com dignitários e consultores de varias facções. Da mesma maneira que as igrejas rivais no passado ou partidos políticos de hoje, as coalizões geralmente conseguem coexistir, mas raramente concordam nas questões mais importantes - e ainda assim, o simples fato destas coalizões existirem leva inevitavelmente à discórdia. Até mesmo os poucos membros da Família que não desejam o pode para si entendem por que é interessante para eles que os colegas de coalizão detenham o Maximo possível de autoridade. Toda facção quer estar no controle, e cada uma delas tem sua visão de como se deve governar. Na maioria das cidades esses conflitos são dissimulados, assim como ocorre no mundo político mortal, usando-se subterfúgios como espionagem, sabotagem, subornos, chantagens e ocasionais assassinatos. Em certos domínios, essa constante guerra fria se aquece e as coalizões se envolvem em conflitos francos, muito similares a guerras entre gangues mortais, sindicatos mafiosos. Mas, quanto mais longa a guerra, mais difícil de se proteger a Máscara. Tais conflitos não cessam, mas simplesmente arrefecem quando um ou todos os partidos envolvidos ficam exaustos demais para continuar. A paz duvidosa que parece resulta, na medida em que as coalizões são obrigadas pelo atrito a novamente coexistirem, muitas vezes dura até uma delas recuperar suficientemente suas forças para recomeçar tudo outra vez.



Fonte: Vampiro: O Réquiem

Coalizão: VII

VII “Sete” é apenas o apelido desta coalizão, uma referência feita pela Família ao fato deles deixarem o símbolo “VII” próximos a lugares em que cometeram atos hediondos ou dignos de nota. A principal motivação desta facção é a destruição de todos os outros vampiros, e o fazem com fervor e ódio incomparáveis. 
Inexplicavelmente suas Feras não se agitam ao encontrar pela primeira vez outros de sua espécie. Não agem irracionalmente, escolhendo muito bem suas batalhas e estratégias.

Coalizão: Círculo da Anciã



O CÍRCULO DA ANCIàé um reservado e místico grupo de amaldiçoados, defendem suas próprias convicções sobre a natureza vampírica e até mesmo sobre suas Disciplinas. Os chamados Acólitos acreditam que os vampiros fazem parte natural do mundo e podem aprender, crescer, e encontrar esclarecimentos em vez de regalar-se na angústia de culpa opressiva dos outros grupos, que focam na penitência e contrição. Então, membros do Círculo da Anciã freqüentemente acham a si mesmo rejeitados como párias políticas e hereges das existência vampírica, especialmente pelos mais religiosos vampiros.

Princípios básicos

- O poder está na criação
- A adversidade gera conhecimento

O Círculo acredita que criação é poder. Vampiros devem enfrentar sua condição estática e devem superar isto criando e cultivando tudo que eles podem. Acólitos também apreciam testar a si mesmos, acreditando que somente ao superar suas limitações físicas, mentais e espirituais eles podem se tornam algo mais que criaturas da noite. Esta convicção também pode levar a perseguição, como seus estranhos rituais de prova podem parecer selvagem e até mesmo profano para alguns amaldiçoados.

Benefícios: Membros do Círculo da Anciã podem aprender Cruác. Esta disciplina é uma forma de feitiçaria do sangue baseada em rituais pagãos e observâncias.

Títulos e Cargos

- Hierofante; Líder espiritual e político
- Chorus; Não iniciado, aprendiz
- Skald; Guardião das tradições
- Valquíria; Senhora da guerra
- Adhvaryu; Mestre de sacrifícios
- Haruspex; Oráculo
- Vala; Sacerdote menor
- Rex Nemorensis; Um ancião que guarda os conhecimentos proibidos
- Donzela; Uma ignorante do bem ou do mal, uma vampira que refreia alguns instintos em prol de outros, como não caçar para aumentar o auto-controle; considerada conselheira e representante
- Tolo; Arauto do caos, um questionador consciente de seu papel e limites
- Mulher Escarlate; A rebelde que se revolta contra os laços que a prendem como limites e obrigações
- Herói; Aquele que tem o sangue dos deuses nas veias, para fazer o bem ou mal
- Mãe; Aquela que cria
- Pai; Aquele que educa e o leva a superar seus limites, aquele que impõe limites
- “Velha”; Aquela que termina o caminho, aquela que fecha o ciclo
- Eremita; Guardião dos segredos
- O Coro: Novos convertidos (não é necessariamente um titulo, mas um coletivo para esta classe de membros).

Fonte: Vampiro: O Réquiem, Livro de Coalizão: Círculo da Anciã e https://sites.google.com/site/vampiroorequiem/resumo-das-coalizacoes

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